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GLP x GN: entenda por que o GLP se destaca no mercado de combustíveis

Ao decidir por um tipo de gás para ser instalado em um local, é normal que a pergunta seja “gás natural (GN) ou GLP?” E isso acontece não só com relação ao uso na cozinha, mas também porque esses combustíveis servem como energia para o chuveiro e torneiras também, por exemplo.

Ambas opções possuem características e vantagens, mas num cenário econômico como o que o Brasil tem vivido, investir no GLP traz mais custo-benefício ao consumidor.
Quer entender por quê? Então leia o conteúdo a seguir. 

Antes de tudo, qual a diferença entre GN e GLP?

  • Gás Natural
    Combustível fóssil extraído de jazidas de petróleo, o gás natural é comercializado em seu estado gasoso. Seu componente principal é o metano (CH4), um dos gases que mais afetam a camada de ozônio.
  • GLP
    Composto por butano (C4H10) e propano (C3H8), o gás liquefeito de petróleo (GLP) pode ser produzido de duas formas: em refinarias ou em plantas de processamento de gás. Independentemente de sua origem de produção, o produto pode ser armazenado em vasos de pressão, também conhecidos como esferas de GLP.

Por que escolher o GLP?

A princípio, não são todos os municípios brasileiros que conseguem receber o gás natural, visto que é necessária toda uma estrutura de rede de distribuição. Diante disso, um dos destaques do GLP é justamente na sua democracia de distribuição, uma vez que é entregue aos locais por meio de caminhões e pode ser armazenado em tanques.

É claro que, sempre que se faz uma escolha entre produtos/serviços leva-se em consideração o custo-benefício; por isso aqui, vamos explicar um pouco mais detalhadamente – e tecnicamente – do porquê o GLP valer mais a pena que o gás natural. Primeiro é preciso saber que a precificação do GN é controlada pelo governo enquanto do GLP é por livre concorrência.

Também, na conversão de um gás para outro, pelo preço e quantidade de produto a ser consumido, o GLP sai na frente. Dando como exemplo um cálculo para condomínios (que fazem instalação de gás para diversas unidades): leva-se em consideração quanto se consome/consumiria de GN e seu valor; em seguida, para saber quanto seria necessário de volume em GLP, divide-se os metros cúbicos consumidos por 1,27.

Assim, mesmo que o quilo do GLP esteja mais caro que o metro cúbico de gás natural, o primeiro ainda será mais vantajoso que o segundo. Conforme a tabela abaixo:

tabela GN x GLO_gaslog

Quanto ao poder calorífico de cada um dos itens novamente, o “gás de cozinha” se destaca. Com performance superior a outros combustíveis, ele é cerca de 27,6% superior ao gás natural, o que garante maior economia na hora de consumir o produto (isso também deve ser levado em consideração quando se faz a conta comparando os dois gases).

Por fim, outro ponto a se pensar é com relação à emissão de gases poluentes. É fato que ambos os produtos são muito mais ecológicos do que outras fontes de energia, como o carvão e a lenha, mas, quando comparados entre si, o GLP é menos poluente. 

GLP a granel é com a Gaslog

A distribuição de GLP pode acontecer na modalidade a granel, o que proporciona abastecimento contínuo e preço/cobrança de acordo com o consumo; visto que nessa opção há dimensionamento, cálculo e instalação adequados às demandas do consumidor/cliente.

A Gaslog, parte do Grupo Ergon, atua há mais de 18 anos nessa modalidade de distribuição. Pioneira em soluções em energia no Brasil, a empresa foca bastante em seu cliente, bem como na excelência do serviço – não é à toa que seus clientes têm um alto nível de satisfação.

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