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Conheça os 7 principais mitos a respeito do GLP

Popularmente conhecido como “gás de cozinha”, o GLP (gás liquefeito de petróleo) ainda carrega muitos mitos, principalmente quando o assunto é a segurança.

E para acabar de vez com a disseminação de informações equivocadas, vamos desmistificar 7 crenças populares sobre GLP que você provavelmente já ouviu alguém falar por aí. Acompanhe!

Mito 1 – O gás tem cheiro

O GLP é inodoro em seu estado natural – ou seja, não tem cheiro. Na verdade, o aroma que sentimos vem de um composto a base de enxofre (mercaptana). Esse aditivo é adicionado ao gás pelas companhias de distribuição para facilitar na identificação, caso haja vazamento.

Mito 2 – O botijão de gás pode explodir

Talvez esse seja o mito mais recorrente entre a sociedade, visto que veículos de comunicação acabam divulgando, erroneamente, que a causa de alguma explosão foi um botijão de gás. No entanto, segundo o Corpo de Bombeiros, os incêndios relacionados ao gás de cozinha não têm a ver com o recipiente. O motivo real está ligado à mangueira. Caso haja rachaduras ou furos, isso permite que o gás escape e entre em contato com o calor do fogão.

Mito 3 – A mangueira do botijão nunca vence

Assim como boa parte dos materiais que usamos diariamente, a mangueira do botijão de gás também tem validade. Esse tempo normalmente é de 5 anos. Passado esse período, ela pode apresentar avarias, como ressecamento e problemas com a pressão que passa pelo tubo.

Mito 4 – O gás natural (GN) é mais seguro que o GLP

É preciso ter em mente que tanto o GN quanto o GLP possuem os mesmos cuidados a serem tomados. Até porque não existem estudos científicos que comprovem mais segurança de um perante o outro. Nesse sentido, é importante que sejam cumpridas as normas de segurança de instalação e manutenção em ambos os casos.

Em situação de vazamento de gás em áreas externas, por exemplo, os dois gases se dissipam. Mas em áreas fechadas, o GLP se acumula perto do chão, enquanto o GN sobe para o teto.

Mito 5 – O GLP é mais caro que a energia elétrica

A energia elétrica possui um processo de distribuição extenso e de alto custo, pois envolve as etapas de geração, transmissão e distribuição. Além disso, para que um estabelecimento consiga receber eletricidade, ele precisa ter toda uma rede elétrica instalada (interna e externa), o que, infelizmente, ainda não é realidade em todo o Brasil. Diante disso, o GLP é um combustível muito mais acessível e democrático.

Mito 6 – A central de gás apresenta risco para as pessoas que ali trabalham e moram em seu entorno

Todas as centrais de distribuição de gás precisam trabalhar de acordo com as normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e pelo Corpo de Bombeiros. Sendo assim, a empresa só está apta a trabalhar quando recebe o auto de vistoria dos bombeiros, documento que comprova a máxima segurança do local.

Mito 7 – O gás natural é mais limpo que o GLP

Pelo fato do GN e do GLP serem originados da mesma fonte – e se diferenciarem apenas no processo de refino –, tanto um quanto o outro são considerados combustíveis limpos. Em outras palavras, as duas opções são boas fontes de energia e amigáveis ao ambiente.


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