Ronaldo Henrique Schvambach, motorista há cinco anos na Gaslog.

Dia do caminhoneiro: os heróis da estrada

“Ser caminhoneiro é ter sangue no braço esquerdo e óleo diesel no direito”.

A declaração do colaborador Ronaldo Henrique Schvambach da Gaslog, reflete o que a classe tem passado nesses tempos de pandemia. Não é de hoje que eles mostram seu valor, levando em consideração a greve dos caminhoneiros em 2018, quando a categoria parou. Eles são responsáveis por levar o sustento e utilidades essenciais, como gás LP, para as casas de pessoas que estão isoladas e deixando de lado seu próprio isolamento.

Além de movimentarem comércios e serviços essenciais para a população e economia, os caminhoneiros têm a missão de preservar a segurança na estrada. E neste dia, a Gaslog homenageia nossos colaboradores. São eles que conduzem os caminhões de abastecimento, e demais veículos de suporte, para que as pessoas sigam com a comida fresca no fogão, banho quentinho e aquecimento de suas casas nesses dias frios. E, também não podemos esquecer que pelas mãos e trabalho desses profissionais fundamentais, hospitais, restaurantes, farmácias, e demais serviços essenciais, recebem GLP de primeira qualidade.

Segurança na condução do GLP

Por carregarem um produto inflamável, os motoristas da Gaslog são treinados para garantir a segurança de todos no deslocamento do produto entre a base e o abastecimento ao cliente. Colaborador da empresa há mais de 10 anos e com mais 19 anos como caminhoneiro, o motorista Sergio Luiz Martins de Lara destaca a importância da segurança na profissão.

“O gás é muito perigoso. Quando as cargas são normais e o caminhão tomba, o motorista tem chances de se salvar. Com gás, não há segunda chance. Por isso, é muito importante ter cuidado e responsabilidade na condução dos caminhões”, explica Sergio.

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Sergio Luiz Martins de Lara, motorista há 10 anos na Gaslog, pretente se aposentar pela empresa.

Ronaldo, motorista da Gaslog há cinco anos, também destaca essa qualidade dos motoristas de caminhão de carga de alta periculosidade, como o GLP. “Tem que ter muita disciplina. Quem trabalha com produto perigoso sabe disso. A gente tem que respeitar demais o que carregamos nas costas porque não é brincadeira. Pode prejudicar a nossa vida e de outras pessoas”, constata.

Amor à estrada

Vindo de uma família em que pai e primos eram caminhoneiros, Ronaldo diz que optar por estar na estrada tem a ver com amor. “Ser caminhoneiro é ter sangue no braço esquerdo e óleo diesel no direito. Tem que respirar caminhão. Só quem é e que gosta de verdade para sentir isso. Eu tenho orgulho da minha profissão”, relata.

Mas, além disso, os colaboradores têm muito orgulho de trabalharem na Gaslog. “Trabalhar na Gaslog não tem descrição. É uma baita empresa que valoriza demais os funcionários. Todos perguntam como você está, a família. São bem preocupados conosco que está o dia todo na estrada”, conta.

 

Sergio compartilha do mesmo sentimento e pensa em se aposentar na Gaslog. “É uma excelente empresa. Conhecemos os donos e eles têm intimidade com a gente. É como se fosse nossa família ali e isso faz com que a gente se sinta bem”, finaliza.

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